Estava com vontade de perguntar pra ele se no dia seguinte iria ser assim. Porque eu percebi algo, sempre depois que transamos, noutro dia Bruno está de “mal” comigo, ele me trata como qualquer outra e etc. Isso é chato. Mas eu quero evitar esses pensamentos, quero permanecer ali, nesse momento.
-Nós podemos ficar deitados. – Falei e me lembrei de perguntar se ele estava se sentindo bem. – Está bem?
-Estou, melhor é quase impossível.
++++++
-Fecha a cortina. -Bruno coloca o edredom sobre seu rosto se cobrindo por completo.
-Bruno, o sol está tão lindo lá fora.
-Mas aqui dentro ta melhor, deita aqui comigo.
Convite irrecusável. Assim que acordei hoje pela manhã e vi que estava abraçada com ele assim como pegamos no sono, eu sorri, já acordei com um sorriso na verdade. É tão bom ver que estamos passando juntos esse final de semana que parece não ter fim, e eu queria que ele não tivesse mesmo. Atordoada com os pensamentos melhores sobre eu e ele, sentei-me ao seu lado e ele descobre seu rosto.
-Acho. – Ele diz de bom humor como se estivesse escondendo o rosto para uma criança rir. Eu ri.
-É um idiota mesmo. – Disse entre as risadas.
-Não quero sair da cama hoje. – Ele reclama virando de barriga pra cima. – Só de imaginar que amanhã começa um monte de entrevistas, apresentações, já dá uma preguiça.
-Esse é o preço por ser o Bruno Mars. – Falei dando ênfase ao seu nome.
-Quando se está de fora desse mundo tudo parece mais fácil. – Ele bufa.
-Ah Bruno, eu sei que você aguenta, olha só a legião de fãs que você tem. Meninas que fariam qualquer coisa por você, pessoas que te veneram e te admiram, garanto que para algumas até você serve de inspiração. – Disse dando meu conselho, meio não-conselho e apenas um ponto de vista diferente.
-Tem razão. – Ele suspira. – Tem razão mesmo, pessoas precisam de mim.
-Tá, você também não é nenhum super herói que vai salvar Los Angeles. – Revirei os olhos quase rindo do que ele falou.
-Pensei que eu fosse o Batman.
-Só pensou. – Disse me ajeitando na cama.
Bruno virou rapidamente para o lado, me empurrando para o lado da cama, fiquei com o meu corpo suspenso, sendo segurado apenas pela cintura pela mão gordinha do Bruno. Eu não conseguia parar de rir.
-Bruno... Me puxa. – supliquei pra ele.
-Nessas horas você precisa chamar quem?
-Ninguém Bruno, só preciso que tu me puxe para cima da cama. – Resmunguei.
-Mas você tem que chamar um super herói.
-Vai a merda. – Resmunguei rindo da atitude dele.
-Eu puxo você... –Ele afrouxou sua mão me dando mais medo de cair. – Mas só se me chamar de batman.
-Tá bom, me puxa batman.
-Não... – Ele revira os olhos. – Diz assim “Bruno, você é o meu batman”.
-Bruno, eu não vou dizer isso, agora me ajuda. – Supliquei tentando pegar com minhas mãos o colchão mas ele as mordeu. – Cachorro. – Resmunguei.
-Chama, ou vai cair...
-Bruno, meu batman, você é o meu batman, me salva. – Interpretei e ele gargalha.
-Viu, como eu sou um super herói. – Ele se vangloria.
-Mas não é o batman. – Disse me recuperando, já em cima da cama.
-Eu posso ser quem eu quiser. – Ele senta na cama.
-Tá bom, Peter Sonhador, agora vamos ir tomar café.
-Dá pra comer outra coisa? – Ele pergunta me escorando para trás, com a cabeça no travesseiro.
Seu rosto próximo do meu me fez o estômago contorcer de prazer. Nossas bocas se selaram em um beijo rápido, logo nossos olhares deram encontros e os meus lábios recém beijados se formaram num sorriso aberto. Me beijando novamente, pude sentir toda a sensação da noite passada. Não sei quanto tempo foi, mas acho que foi nossa noite mais prolongada, cada sensação parecia única, primária, e especial.
-Isso tem gosto de quero mais. – Disse ele passando a língua nos lábios.
-Tem bolo de chocolate na cozinha.
Eu tive que lembrar isso, porque se eu falasse qualquer coisa romântica momento eu iria estragar, e agora isso era preciso, eu precisa desviar a nossa conversa e atenção para outro rumo. Apesar de eu amar esse final de semana infinitamente, eu não quero me arrepender depois. O único problema disso é que a vida não tem um botão de replay para os melhores momentos voltarem, e nem um botão para pular quando a situação está ruim.
Fomos para a cozinha, Bruno estava melhor, visivelmente percebíamos que ele estava bem melhor do que antes. Fiquei feliz por ele estar bem, e fiquei impressionada de como eu não tive noção do tempo. Passou somente um dia, quase dois, e parece que eu estou há um mês aqui, isso sim é impressionante. Arrumei a mesa de jantar para nosso café, e a pedido dele, coloquei tudo o que tinha direito, incluindo boas coisas que tinham em sua geladeira – ser rico tem suas vantagens. Comemos, e Bruno quase lambeu os dedos comendo bastante, abusando do seu estômago que acabará de se recuperar. Ele decidiu soltar o Gege um pouco, e eu fui tomar outro banho para meu trocar. Coloquei a mesma roupa que vim pra cá, e coloquei minhas coisas na bolsa. Desbloqueie a tela do meu celular e vi duas mensagens para serem abertas.
“A cada minuto longe parece que eu pioro mais. Mana, eu sei que tenho que aguentar, e que nós sempre nos incomodamos quando estamos juntos, mas a saudade aperta, e eu quero minha maninha aqui. Estou louco pra ir morar em Los Angeles. Espero arranjar alguém muito bonita pra mim :p Beijos.”
Ta certo que eu ficaria feliz demais apenas com um “oi” vindo dele lá do Brasil, mas esse texto já é sacanagem, meus olhos encheram de lágrima. Ah Theo, se soubesse que eu sinto tanta saudades de vocês, e que conto os segundos para ter os dois aqui comigo. Minha família. Respondi pra ele antes mesmo de ver a outra mensagem.
“Theo, meu irmão. Que saudades mesmo, deixou a mana aqui boba com a mensagem. Eu te amo mano, e morro de saudades tuas. Os segundos estão se tornando horas em relação a ter vocês aqui ao nosso lado. Ah, aqui tem muitas meninas lindas, garanto que irá gostar. (: “
Abri a outra mensagem respirando fundo para não chorar. Era da Anne, dizendo que passou a música do ex namorado dele, no qual a banda dele toca e ele canta, num canal de televisão, e disse também que não sentiu nada em relação a isso. Que bom, significa que ela superou ele.
-Vai ir agora? – Bruno abre uma fresta da porta do quarto.
-Pode entrar se quiser. – Permiti a entrada dele e larguei o celular sobre a cama. – É, acho que eu vou mesmo, tenho que arrumar minhas coisas pra amanhã, e ver se a Anne e o Ryan não reviraram o apartamento de cabeça para baixo.
-Ah, falando neles...Ryan me ligou a pouco tempo, disse que está no parque central com a Anne, dando uma volta. – Agora ele entra no quarto, nossa, ele estava arrumado, tão lindo. Bermuda jeans, tênis, camiseta e flanela por cima.
-Ah. – Comentei sem saber o que falar. – Bom, então eu vou indo mesmo.
-Eu queria que ficasse. – Ele torce os lábios.
-Não enjoou de mim? Passei o final de semana inteiro aqui. – Comentei e ele ri.
-Mas esse final de semana pareceu que foi um mês, daí me acostumei. – Pelo visto o tempo não passou devagar só pra mim. – Bom, se quiser eu te levo em casa.
-Olha, não vou recusar a carona.
Não iria recusar mesmo, estou cansada, sei lá. Bruno sorriu assim que eu disse. Quando peguei minhas coisas ele certificou que a casa estava fechada e pegamos o seu carro para irmos ao meu apartamento. No rádio tocava músicas antigas, The Police imperava ali. Bruno sorriu quando começou uma música na qual ele se empolgou mais.
-Semana que vem tem o Grammy.
-Sério, que legal. – Comentei, feliz por ele.
-E eu vou me apresentar. – O orgulho na fala dele era visivel.
-Nossa Bru, que responsabilidade. – Comentei. – Estou feliz por você.
-Obrigada. – Ele agradece olhando para mim e voltando seu lugar ao transito. – E sabe quem vai compartilhar o palco comigo?
-Não... Quem? – Perguntei.
-O Sting. – Ele se vangloria, feliz demais.
-Parabéns em, que moral que meu amigo tem.
Eu estava feliz por ele, não poderia negar. Bruno merece estar onde chegou, e merece ir além disso. Eu posso falar isso porque eu o conheço, eu sei quem ele é de verdade, e é uma pessoa que dá orgulho demais. Chegamos em frente ao apartamento e ele estacionou o carro onde estacionou na vez em que discutimos, engoli a saliva seca e o olhei.
-Quer subir? – Perguntei.
-Ah... – Ele parece pensar em algo e logo me olha com o sorriso. – Gostaria muito.
Assim que saímos do carro, Bruno cuidou para ver se não tinha nenhuma maníaca por ali, eu ri da situação e acabei abrindo a porta e quase prensando sua mão na parede.
-Me desculpa. - Disse terminando de abrir a porta e pegando sua mão.
-Agora beija. - Ele faz pose de madame e eu dei o dedo do meio pra ele. Bruno entrou no apartamento e percorreu os olhos na sala. - Que amor esse lugar.
-Aconchegante vamos dizer assim. -não querendo falar nada para me gabar, mas o nosso apartamento era simples, não muito grande, mas em compensação muito confortável.
-É... – Ele disse se instalando na sala.
-Por favor, senta ai que eu vou no quarto e já volto.
-E porque, eu não posso ir no quarto com você? – Ele arqueia levemente a sobrancelha.
-Ah... Quer ir no quarto comigo? – Convidei e ele sorri timidamente.
-Só falei pra incomodar mesmo... Pode ir lá, te espero aqui. – Ele sorri sentando-se no sofá.
Entrei no quarto largando no chão a minha bolsa, ta eu sei que estou exagerando, mas não queria e nem poderia deixar de aproveitar um segundo se quer ao lado do Bruno romântico e amavel. Quase tive um treco quando vi minha cama desarrumada, imagina se a Anne dormiu aqui com o Ryan, eu mato ela... Apesar de que eu nem arrumei minha cama quando fui para a casa do Bruno na sexta a noite. Voltei para a sala e Bruno estava sentado no sofá ainda.
-Poderia ter ligado a televisão, sentido-se a vontade. - Falei sentando ao seu lado no sofá, claro que mantendo uma certa distância.
-Ah, achei que seria abuso. - Ele me olha e estica o braço. - Pode sentar perto de mim, eu não mordo. - Dou minha mão pra ele e me ajeito perto do seu corpo.
-Não morde mesmo? - Perguntei inocentemente.
-Mordo, mordo, arranco pedaço, e se deixar, ainda faço uma marquinha. - Bruno atacou meu pescoço me deixando com vergonha e fazendo meu colo ter um arrepio constante pensando em bobagens.
Ele apostou em umas leves mordidas e uma leve chupada em meu pescoço.
-Juro que se a Anne não fosse chegar a qualquer hora, eu continuaria com isso, e nós acabaríamos juntinhos. - Ele diz no meu ouvido. O encarei e ao pé do seu ouvido, indaguei.
-Não é nada que ela nunca tenha feito.
Dei de ombros. Bruno sorriu bem safado e voltou com sua boca ao meu pescoço, me arrepiei muito e a porta se abre nos distraindo.
-Me lembre de desinfetar esse sofá. - Anne entra bem animada, me ajeitei sentada ao lado do Bruno e logo atrás da Anne, entra Ryan.
-Agora resolveu falar comigo? - Ryan nos ignora ali e Anne revira seus olhos expressivos.
-Deu, você já me trouxe em casa, pode ir embora, tchau. - Anne aponta para a porta e Ryan continua parado.
-O que ta acontecendo? - pergunta Bruno que assim como eu não estava entendendo.
-Nada. – Ryan dá de ombros e Anne lança um olhar matador para ele.
-Nada? – Ela gira os olhos e um compasso e dá um passo largo a frente. – Não ia embora? – Ironicamente ela arqueia a sobrancelha.
-Escuta, eu vou embora se... – Ele me olha e dividi o olhar intercalando entra nós três. – Tchau. – Ele saí porta afora e se vai. Fiquei olhando sem entender nada para Anne.
-Ele me irritou. – Ela bate o pé e saí em direção do corredor. Desaparece e logo coloca a cabeça para se mostrar. – E nunca me irrite, nunca. – Ela bufa, agora sim desaparecendo no corredor e batendo a porta do seu quarto. Olhei para o Bruno que me olhava sem entender nada, dei de ombros e recostei minha cabeça no seu peito novamente.
-Gostou? – Ele pergunta olhando para meu rosto, estava queimando por dentro.
-Amei. – Disse e dei um sorriso fraco. – Você deveria estar descansando para a viagem.
-Não me lembra. – Ele coloca a mão na testa como desprezo.
-Tudo bem... Não está mais aqui quem falou. – Me rendi e ele ri animadamente.
-Tem razão, eu preciso ir. – Ele tira meu rosto delicadamente do seu peito e segura, quase apertando minhas bochechas. – Nos vemos agora, quando não sei. – Que sorriso lindo, impossível não ficar reparando.
-Pois é, agora você é uma pessoa ocupada. – Disse.
-Isso. – Ele se ergue me deixando rir como boba e fica me observando. Isso é constrangedor. Bom, na verdade eu nem sei porque eu estou rindo... Eu fico boba demais quando estou com ele. – Linda.
Oi? Como? Estou surda, não lavei os ouvidos, linda? Vindo dele? Mas que raio que caiu na cabeça dele para ele agir assim comigo? O final de semana inteiro ele foi querido, não discutimos nenhuma vez, ele foi um perfeito cavalheiro... Será que meu plano de tentar resgatar o antigo Peter está funcionando?! Tomara que sim, eu preciso desses resultados. Sorrir era o que me restava. Abri o mais singelo dos meus sorrisos, que agora significava muita coisa.
-Obrigada. – Foi tudo o que consegui falar.
Unimo-nos com um beijo terno e doce, sem pressa, nada além de romantismo. Eu poderia estar indo longe demais.Mas eu o precisava, mais que tudo. Não, não mais que minha família aqui comigo, mas eu precisava da mesma forma. Assim que fomos nos separando lentamente, ele levantou-se. Levantei-me também e o acompanhei até a porta, com um breve selinho nos despedimos e fiquei vendo ele ir até as escadas, e logo descendo-as. Fechei a porta com um enorme sorriso, era só o que eu conseguia fazer. E como uma menina apaixonada, uma adolescente inconsequente, eu me escorei na porta e fechei os olhos fortes, sem tirar o sorriso.
-Depois eu digo que é paixão da braba, me xingam.
-Não irei mais xingar, afinal, eu tirei conclusões de que realmente é ele. – Disse abrindo os olhos e vendo Anne com seu pijama e com uma taça de doce na mão. Como ela passou por mim e eu não percebi? Bruxaria...
-Realmente ele é o que? – Ela pergunta levando a colher de aluminio a sua boca, com algo rosa nela... Comida, meu estômago revirou-se, eu preciso comer algo.
-É, realmente é ele que eu amo. – Falei passando por ela, e entrei na cozinha. – Isso foi clichê. – Disse abrindo a geladeira.
-Ainda bem que sabe. – Ela comenta.
-Tá, mas entre você e o Ryan, o que houve?
-Ah. – Ela senta-se na cadeira e eu peguei um doce rosa na geladeira, sei lá o que é mas parece bom. – Nós estávamos no parque, muito bem por sinal. E eu sei, tenho consciência de que nós somos apenas amigos que se pegam, digamos assim, porém, eu acho que comigo perto dele, já que nos pegamos, ele deveria respeitar, porém, enquanto estávamos sentados, conversando, ele olhou para muitas mulheres. Inclusive falou baixinho “gostosa”. – Com o tamanho desgosto que ela falava, e me colocando no lugar dela nessa situação, sim, eu também estaria fula da vida.
-Ryan nunca prestou, sinto muito. – Disse a verdade, ou melhor, nada que ela não saiba, mas fingi que não sabe. Parece que gosta de se machucar.
-Eu sei, por isso mesmo nunca levei a sério nada com ele.
-Então, o que vai fazer em relação de vocês dois?
-Sei lá. – Ela da de ombros e passa a colher de alumínio na taça que é de vidro, fazendo um barulho irritante.
- Amei os comentários anteriores gente, continuem assim <3
- Ah, desculpa pela demora, mas tenho muitas coisas pra fazer essa semana, volto ao normal semana que vem <3 Amo vocês, minha família <3


Sobre o cap e esse gif do Bruno beijando: AI MEU CORASSAUM <333 HAHAHA PERFEIÇÃO DEFINE!
ResponderExcluir“Bruno, você é o meu batman”. OWNNNNNNNN eu posso dizer também?? Bruno, você é o meu Batman! Bruno, você é o meu Batman! Bruno, você é o meu Batman! Nossa muito legal ri muito no inicio, e depois eles muito fofos se despedindo, eles se amam,. tem q assumir um para o outro logo!!
ResponderExcluirawwwwwn Bruno tão fofo eu nao aguentooo, quero a Anne e o Ryan juntos Now, faça-me um favor! nao demora mto tá?
ResponderExcluirAi eles foram feitos um para o outro.O Bruno é o meu Batman também :).Continua loooogo Drii
ResponderExcluirposta logo
ResponderExcluiraawnnnnnnnn bruno ta fofo amando essa fase deles, eo leonel???? saudades dele... enfim amandoooooooooo
ResponderExcluirBrino fofo?! awwwnn mds eu tô amei <3333333 continua logo pq eu need
ResponderExcluirDemorei pra comentar porque realmente não sabia o que dizer, mas eu vim igual mesmo que ainda não saiba e fique aqui só escrevendo merda ou o que tu já sabe! uhsuhauhs, preciso afirmar que eu amei? E quero mais? É, sei que não, pois então... Ela deveria ter ficado o domingo todo com o Bruno, ela foi embora cedo... E sobre ele, tomou chá de romantismo?! uahsuhau, espero que continue assim! u_u
ResponderExcluirIncrivel
ResponderExcluirPerfeitooo
ResponderExcluirContinua loogo
ResponderExcluirDiz pra nos que ele nao vai mais aprontar ?
ResponderExcluirTa tão bom,continua
ResponderExcluirTo muito feliz com esse cap. tão perfeito
ResponderExcluirPosta logoo moça
ResponderExcluirEu so fico com pena do Leo,ele é tão fofo
ResponderExcluiraaai esse ryan sempre nessa vida iushsyuahuyhuyhasdhsadai
ResponderExcluirEu quero maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais,por favooor! :D
ResponderExcluirNão sei oque falar . Apenas Continue , só acho que ela está mudando o Bruno ♥
ResponderExcluirADOREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEI,MAAAAAAAAAAAAIS!
ResponderExcluirPelo amor de deus CONTINUA LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOGOOOOOOOO!!
ResponderExcluirdemais,continua
ResponderExcluirperfeitaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa <333
ResponderExcluirmais,mais,mais,mais,mais,mais,mais,mais,mais,mais,mais,mais,mais,mais,mais e mais
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